Concentração e Foco sas Apostas Desportivas - Guia do Apostador

Concentração e Foco nas Apostas Desportivas – Guia do Apostador

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Sejam bem-vindos, investidores desportivos!

Ao longo deste artigo iremos abordar competências simples e óbvias que devem fazer parte do léxico e da rotina de um apostador, mas que são frequentemente ignoradas ou esquecidas.

Como em qualquer coisa na vida, ou no emprego, ou nos negócios, para se ser bem-sucedido no mundo das apostas desportivas é preciso desenvolver algumas competências. Algumas são inatas, outras vão sendo adquiridas ao longo do trajecto. Para simplificar, basta estabelecer um paralelo com a vida académica, quando entramos na escola somos uma tábua rasa que vai adquirindo conhecimentos, métodos e estratégias há medida que os anos vão passando e a experiência vai aumentando. Neste mundo das apostas desportivas, neste negócio, é precisamente o mesmo. Afirmam-se todos aqueles que adquirem mais conhecimentos, desenvolvem os seus métodos ou adaptam estratégias, com sucesso.

No início da nossa vida como apostador, ou como tipster, ou até como investidor, nós sabemos pouco ou nada e vamos aprendendo à medida que erramos, ou aprendemos com alguma referência ou amigo que nos guie. Mas algo que sucede quase que automaticamente é a criação de rotinas. Nós, os humanos, somos animais de hábitos, portanto, mesmo no início vamos sempre criar algo que se pode designar de rotina – não interessa para o artigo se é a rotina certa, ou não. Algumas rotinas são adequadas outras são absurdas, mas não deixam de ser rotinas.

A diferença entre rotinas é o que marca a diferença entre um apostador de sucesso e os outros apostadores. E é sobretudo sobre isso que versa este artigo.

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Um apostador pode ter uma rotina que o leva a ter foco e concentração nas análises que vai fazer, ou o apostador pode ter uma rotina que se baseia em sentar ao computador, olhar para os jogos do dia seguinte e entre tantas outras coisas, definir apostas. Ou seja, faz o que faz porque tem de ser feito – sem concentração e sem foco algum no que está, realmente, a fazer.

Vamos ilustrar o que queremos transmitir com dois exemplos:

O Ricardo é um apostador que trabalha com as ligas europeias de maior mediatismo, a Premier League, La Liga, Bundesliga, Serie A e a Ligue 1. Num dia de trabalho normal, o Ricardo, senta-se na sua sala, com a TV ao alcance dos olhos, sintonizada em canais generalistas, ou de música ou ainda de filmes, enquanto que no seu computador, navega pela internet à procura de informações sobre as ligas em que trabalha. Enquanto faz as suas análises, é frequente ouvir o cão do vizinho a latir, ou olhar para o ecrã do telemóvel quando recebe um novo alerta do Facebook, do Twitter, ou do WhatsApp. Por vezes, enquanto analisa as suas apostas, coloca um jogo a passar na TV.

O Tiago também é um apostador e que à semelhança de Ricardo também trabalha com as apostas desportivas de futebol. O Tiago tem alguma facilidade com a língua inglesa e como tal decidiu trabalhar apenas com a Premier League e o Championship. Durante o seu dia de trabalho o Tiago, procura informações sobre as várias equipas dos dois campeonatos e fá-lo a partir de uma pequena divisão da sua casa, que apelidou de escritório, onde tem uma televisão, sempre a passar noticias de futebol britânico e o seu próprio computador. Durante as horas em que está no seu escritório o Tiago evita usar as redes sociais, sobretudo, quando está a fazer as suas análises. Porque se fecha no seu escritório, não se preocupa muito com ruídos exteriores, preocupa-se apenas com o que está a fazer.

Nestes dois exemplos, conseguimos facilmente, distinguir qual dos dois apostadores emprega concentração e foco máximos no que está a fazer, ignorando o que está ao seu redor.

O Ricardo, quando começou a ganhar as primeiras apostas, decidiu comprar um carro novo e algumas roupas de marca.

O Tiago quando começou a ganhar com regularidade decidiu investir numa nova TV para o seu escritório, num novo monitor para ligar ao seu computador e decidiu ainda, criar um fundo de maneio para poder alimentar a sua banca principal, sempre que se vê numa bad run, sem que para isso tenha de reduzir drasticamente a sua stake.

De novo, estes dois exemplos ilustram na perfeição um apostador focado em ter sucesso no longo prazo, sabendo que no início vai precisar de muito empenho, concentração e foco, e um apostador que se foca no curto prazo e em lucrar muito e rapidamente.

Qual dos dois, Ricardo ou Tiago, será mais bem-sucedido daqui a dois, três ou cinco anos?

A tónica deste artigo é a concentração e o foco que precisamos ter para ser bem-sucedidos e consequentemente, lucrativos nas apostas desportivas. Nunca podemos esquecer que para ser lucrativos é necessário assumir e compreender que este é um trabalho como qualquer outro.

– Ah, mas eu tenho um emprego das 9 às 18 e as apostas são um hobby.

Certo, mas é um hobby para ser lucrativo? Se é, então tem de ser encarado com a seriedade de um emprego em part-time. Tal como se fosse um trabalho para um patrão e com todos os deveres que implica.

Não vale a pena entrar nisto se não estiver disposto a fazer sacrifícios. Para se ser lucrativo é preciso estar disponível para o esforço e para o sacrifício. Não tenha receio de voltar a analisar o mesmo jogo que acabou de analisar. Não tenha preguiça de calcular as vezes que forem necessárias a linha justa para o jogo que está a trabalhar, até que tenha a certeza e a confiança de que a odd justa para aquele jogo é 1,50. Quando erra seja exigente consigo como o seu patrão seria. Só assim consegue aprender, evoluir e dar a volta por cima.

Esteja determinado em fazer as coisas bem feitas, se não mais vale não fazer. Seja humilde e honesto, aceite sugestões, mas não se esqueça que é a sua dedicação que o fará ser bem-sucedido.

Como já aqui tive oportunidade de escrever, o tamanho do sonho depende do esforço que estamos dispostos a fazer.

Não tenha medo de ter sucesso!

Um bem haja!

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Sobre o Autor

Helder Queimado

O meu nome é Hélder Queimado e comecei no mundo das apostas como muitos. Um amigo comentou uma aposta feita na antiga Betandwin e aguçou a minha curiosidade. À curiosidade juntou-se o bónus de boas-vindas e isso foi o que bastou para me registar, depositar e começar a apostar, certo de que tinha encontrado uma galinha de ovos de ouro.Naquela altura a ignorância era enorme e a técnica para colocar apostas era o "achismo". Nenhuma gestão de banca, nenhum controlo de stakes, nenhum estudo preliminar, apenas meia-bola e força. Fácil compreender que a primeira banca foi entregue à casa de apostas.Mais tarde e muito por força da atenção mediática dada aos apostadores profissionais portugueses, decidi abrir conta na Betfair e fui atrás de conhecimentos, técnicas, compreender como estes conseguiam viver exclusivamente de apostas e alguns até, ser milionários. Nesta altura já conhecia os termos, mas não os dominava. Ouvia falar de consistência e achava que era ganhar todos os dias. O que lucrava num dia acabava por perder no dia seguinte.Cheguei à conclusão que precisava de melhorar, aprender, aperfeiçoar. Ao longo deste período fui apanhado pelo processo de legalização e acabei por guardar este projecto numa caixa e escondê-la no fundo do armário.O lançamento do Placard trouxe de novo "o bichinho" e lancei-me na procura de conhecimento, na experimentação e sobretudo, na especialização. Facto que nenhuma das casas legalizadas em Portugal me poderia oferecer os preços que eu necessitava para crescer, evoluir e acima de tudo, procurar o Longo Prazo.Confesso que o último semestre de 2017 e o primeiro de 2018 revolucionaram a minha percepção sobre a indústria e transformaram, completamente o meu paradigma permitindo-me projectar com clareza aqueles que são os meus objectivos e o caminho que devo seguir para concretizar os meus sonhos nas apostas.Actualmente, considero-me especialista no mercado de golos e procuro trabalhar de forma profissional com casas de apostas profissionais. Procuro publicar regularmente as minhas análises que ultrapassam a simples sugestão de aposta porque, considero muito importante um apostador ter a capacidade de redigir os factos apurados e justificar a sua aposta, de maneira a que muitos o compreendam e não apenas o próprio. Tal, permite-me confirmar o meu prognóstico ou, em alguns casos revê-lo e alterá-lo.Não vivo exclusivamente de apostas porque ainda não realizei todos os passos que necessito, mas, não tarda.Despeço-me com um forte abraço.Hélder M Queimado

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