Scout Desportivo Qual é o Papel do Scouting nas Apostas Desportivas?

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Sejam bem-vindos, investidores desportivos!

Algum dos nossos leitores já ouviu falar de Scouts ou Scouting? Já alguma vez pensou como e porquê, as casas suspendem tantas vezes os mercados durante um jogo? Este artigo é sobre isso porque é importante que nós, os apostadores desportivos, tenhamos todo o conhecimento possível, para mais facilmente compreendermos o quão difícil é vingar nesta indústria e para conhecermos todos os obstáculos com que nos deparamos quando estamos a apostar.

Quem é o Scout Desportivo e qual o seu papel na indústria das apostas desportivas?

Pois bem, o Scout é o profissional, que é contratado para acompanhar as partidas de futebol ao vivo e partilhar todas as ocorrências do jogo, com um contact center que por sua vez, transmite tais incidências ao cliente final, que pode ser uma casa de apostas ou uma empresa especializada na recolha e comercialização destes dados. Estas informações interessam a empresas de Data Cience, às referidas Casas de Apostas, mas interessam também aos clubes que podem contratar estes profissionais.

O Scout é alguém, de carne e osso, que está no estádio, numa das bancadas, a acompanhar a partida em que nós estamos a apostar.

Mas atenção, pois ele ou ela, não está lá no estádio, simplesmente, a narrar o jogo de futebol. O papel do Scout é muito mais completo e complexo. O Scout acompanha a partida fazendo uma leitura completa do que está a ocorrer dentro das quatro linhas, identificando os ataques mais perigosos, ou as jogadas mais relevantes para o desenrolar da partida.

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Quantas vezes já amaldiçoou as bolsas ou as casas de apostas, quando lhe parece que vai nascer uma jogada de golo e o mercado suspende, subitamente e antes de ter a oportunidade de colocar a aposta? Várias, não é? E sabe de quem é a responsabilidade? O Scout, que está lá no estádio a fazer uma leitura semelhante à sua e que ordena a suspensão dos mercados quando considera que algo perigoso pode ocorrer.

O Scout é alguém que percebe muito de futebol, que conhece as regras, que sabe ler o jogo, que consegue interpretar os movimentos dos jogadores e que consegue, inclusive, antecipar as acções da equipa de arbitragem. São 90 minutos (ou mais) de elevada concentração e foco em tudo o que está a suceder no rectângulo verde.

Mas o Scout não faz somente o acompanhamento em directo da partida, é de sua autoria o relatório da partida, que vai permitir identificar possíveis fraudes ou manipulações de resultados.

Como assim?

Imagine que o Scout, ao minuto 69, identifica um movimento ofensivo para a equipa A e que instantes antes, um fluxo anormal de apostas no golo da equipa A foi registado. Que cenário esta acção parece configurar? Ou que, minutos antes de ser mostrado um cartão vermelho, foram registadas imensas apostas em como iria existir um cartão vermelho na partida.

Mas em pleno século XIX, ainda vale a pena enviar o Scout para os estádios?

Ainda! Pese embora estejamos a viver numa sociedade conectada, com internet em todo o lado, com a possibilidade de ver os jogos através dos canais desportivos, dos serviços de streaming, a verdade é que todos estes meios de comunicação partilham algo em comum: o delay. Algo que é eliminado, quando a pessoa está no local, em tempo real e a comunicar verbalmente com o receptor da informação. Aliás, uma das exigências da maioria das empresas de scouting, é que o Scout tire uma selfie sua, com o estádio e o relvado como fundo.

Quais as vantagens de ser um Scout?

Fácil. Estar lá, no estádio, ao vivo, a sentir as emoções que apenas um estádio transmite, e o pulsar dos adeptos.

A oportunidade de conhecer figuras relevantes do clube ou do desporto – como jogadores ou treinadores -, devido aos lugares que, habitualmente, são reservados para os Scouts.

O conhecimento ainda mais aprofundado, que se adquire acompanhando cada jogo. Pode até pensar que é um estratega, mas acabará por se surpreender com o que conseguirá aprender, técnica e tacticamente, ao acompanhar e narrar uma partida de futebol.

As memórias e os episódios que vai somando a cada jogo e muitos, quando contados, até vão parecer surreais.

E quais as desvantagens de se trabalhar como Scout?

Bem, desde logo e aquela que parece mais óbvia, os elementos. Não esquecer que o Scout trabalha, directamente, a partir das bancadas e se ir ao estádio em tardes solarengas é muito aprazível, estar na bancada sob chuva e frio é muito difícil.

As distâncias que são necessárias percorrer para acompanhar os jogos. Nem todos vão ser na mesma região onde habita.

Os erros! Tudo o que falhar, é descontado do prémio que iria receber pelo acompanhamento do jogo. Imagine que reportou menos um cartão amarelo, ou que lhe escapou um pontapé de canto, ou um simples fora de jogo, é dinheiro que é retirado do pagamento final. Imagine se, se atrasar a assinalar um golo?

A sazonalidade. Este é um trabalho sazonal, que depende dos calendários desportivos, portanto, é uma receita variável – um pouco como as apostas.

Se está a trabalhar e a acompanhar o jogo é óbvio que não vai poder viver o jogo como adepto, comentando as incidências com um amigo, por exemplo.

E mais interessante de tudo, a maioria dos Scouts Desportivos são Apostadores Desportivos.

Um bem haja!

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Sobre o Autor

Helder Queimado

O meu nome é Hélder Queimado e comecei no mundo das apostas como muitos. Um amigo comentou uma aposta feita na antiga Betandwin e aguçou a minha curiosidade. À curiosidade juntou-se o bónus de boas-vindas e isso foi o que bastou para me registar, depositar e começar a apostar, certo de que tinha encontrado uma galinha de ovos de ouro.Naquela altura a ignorância era enorme e a técnica para colocar apostas era o "achismo". Nenhuma gestão de banca, nenhum controlo de stakes, nenhum estudo preliminar, apenas meia-bola e força. Fácil compreender que a primeira banca foi entregue à casa de apostas.Mais tarde e muito por força da atenção mediática dada aos apostadores profissionais portugueses, decidi abrir conta na Betfair e fui atrás de conhecimentos, técnicas, compreender como estes conseguiam viver exclusivamente de apostas e alguns até, ser milionários. Nesta altura já conhecia os termos, mas não os dominava. Ouvia falar de consistência e achava que era ganhar todos os dias. O que lucrava num dia acabava por perder no dia seguinte.Cheguei à conclusão que precisava de melhorar, aprender, aperfeiçoar. Ao longo deste período fui apanhado pelo processo de legalização e acabei por guardar este projecto numa caixa e escondê-la no fundo do armário.O lançamento do Placard trouxe de novo "o bichinho" e lancei-me na procura de conhecimento, na experimentação e sobretudo, na especialização. Facto que nenhuma das casas legalizadas em Portugal me poderia oferecer os preços que eu necessitava para crescer, evoluir e acima de tudo, procurar o Longo Prazo.Confesso que o último semestre de 2017 e o primeiro de 2018 revolucionaram a minha percepção sobre a indústria e transformaram, completamente o meu paradigma permitindo-me projectar com clareza aqueles que são os meus objectivos e o caminho que devo seguir para concretizar os meus sonhos nas apostas.Actualmente, considero-me especialista no mercado de golos e procuro trabalhar de forma profissional com casas de apostas profissionais. Procuro publicar regularmente as minhas análises que ultrapassam a simples sugestão de aposta porque, considero muito importante um apostador ter a capacidade de redigir os factos apurados e justificar a sua aposta, de maneira a que muitos o compreendam e não apenas o próprio. Tal, permite-me confirmar o meu prognóstico ou, em alguns casos revê-lo e alterá-lo.Não vivo exclusivamente de apostas porque ainda não realizei todos os passos que necessito, mas, não tarda.Despeço-me com um forte abraço.Hélder M Queimado

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