Aceitar o Red e a Importância de Aprender - Guia do Apostdor

Aceitar o Red e a Importância de Aprender – Guia do Apostador

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Sejam bem-vindos, investidores desportivos!

Neste novo artigo focamos a importância da perda e sobretudo, a aceitação da perda. À semelhança da maior parte de nossos artigos, o lucro e mostrar o green, é fácil, enche o apostador de orgulho, massaja o ego, mas reconhecer a perda, aceitar o red e transformá-lo numa lição ou retirar alguma didática do prejuízo, é algo que não está ao alcance de todos, mas que devia.

Aceitar o red como fazendo parte do processo, revela inteligência e sobretudo, maturidade do apostador!

Quando perdemos uma aposta (ou várias), quando temos um red, o que é usual pensar, ouvir e ler é, foi azar. Mas será que foi mesmo? Ou então, algo como: fui atrás daquela pick, dei ouvidos aquele gajo… Ou ainda: não me benzi antes do jogo; não fui caminhar antes de começar o dia; no dia em que não comi chocapic perdi a minha aposta.

Nada mais errado meus amigos. Perder faz parte do processo. O red faz parte da caminhada, tal como o green. Ninguém, no universo das apostas desportivas vence todas as suas apostas. Poucos têm a coragem de as partilhar com o mundo, é verdade, mas todos, têm reds. Não perdemos porque mudamos a nossa dieta. Tal como não perdemos porque alteramos a nossa rotina. Perdemos porque alteramos algo no nosso método de trabalho, ou porque não analisamos todas as variáveis que fazem parte do nosso processo e por vezes perdemos porque surgiu um evento, simplesmente, impossível de antecipar na nossa análise e que afecta o resultado final da nossa aposta – uma lesão imprevista, um erro infantil que resultou num penalti, quando a equipa até é certinha na defesa.

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Quando perdemos temos uma forte tendência para responsabilizar terceiros, aliviando a nossa própria responsabilidade e consequentemente a nossa culpa, quando o exercício deve ser precisamente o oposto. Eu perdi esta aposta, o resultado foi um red, vamos ver onde errei, documentar o(s) erro(s) e lavá-los para as próximas análises, para os próximos jogos, adicionar uma nova variável ao método de análise se for esse o caso.

Mas, pode acontecer que a análise foi completa e correctamente feita, todas as variáveis do nosso método foram respeitas e mesmo assim, tivemos um red. Faz parte! Um jogo de futebol é um evento estatisticamente previsível a longo prazo, mas que no curto prazo, pode ter alguma imprevisibilidade – em dez jogos entre Real Madrid e Alavés, o Real vence nove e perde um. Nove jogos correspondem ao padrão estatístico e apenas um, representa o desvio e pode significar para muitos, o red.

Como lidar com o red?

Bem, perder dinheiro é, no mínimo aborrecido e pensar que é urgente recuperá-lo errado. A pior coisa que um apostador (punter ou trader) pode fazer após um red, é arregaçar as mangas, procurar os próximos jogos disponíveis e lançar-se sobre os eventos como um templário nas cruzadas, à procura do green que cubra todos os reds.

Não! Definitivamente não é assim que o jogo funciona e fazer isto, só vai agravar ainda mais a perda, porque o nosso foco não está naquele momento, naquele evento, está na perda e no quanto nós perdemos.

O melhor a fazer, claro que depende sempre do individuo, talvez seja ganhar distanciamento, afastar um pouco das apostas, parar. A minha sugestão para lidar com um red é pegar num livro, meditar um pouco ou ir caminhar pela rua. Também pode dedicar-se à culinária, ou às lides domésticas, no fundo, desviar o foco do red e concentrar-se noutra coisa. Mais tarde, com mais calma e outra postura, regressamos ao red e analisamo-lo.

Não queira compensar um red com mais reds!

E lembre-se, perder faz parte do processo, o truque é aprender com a perda para ganhar mais do que se perde.

Um bem haja!

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Sobre o Autor

Helder Queimado

O meu nome é Hélder Queimado e comecei no mundo das apostas como muitos. Um amigo comentou uma aposta feita na antiga Betandwin e aguçou a minha curiosidade. À curiosidade juntou-se o bónus de boas-vindas e isso foi o que bastou para me registar, depositar e começar a apostar, certo de que tinha encontrado uma galinha de ovos de ouro.Naquela altura a ignorância era enorme e a técnica para colocar apostas era o "achismo". Nenhuma gestão de banca, nenhum controlo de stakes, nenhum estudo preliminar, apenas meia-bola e força. Fácil compreender que a primeira banca foi entregue à casa de apostas.Mais tarde e muito por força da atenção mediática dada aos apostadores profissionais portugueses, decidi abrir conta na Betfair e fui atrás de conhecimentos, técnicas, compreender como estes conseguiam viver exclusivamente de apostas e alguns até, ser milionários. Nesta altura já conhecia os termos, mas não os dominava. Ouvia falar de consistência e achava que era ganhar todos os dias. O que lucrava num dia acabava por perder no dia seguinte.Cheguei à conclusão que precisava de melhorar, aprender, aperfeiçoar. Ao longo deste período fui apanhado pelo processo de legalização e acabei por guardar este projecto numa caixa e escondê-la no fundo do armário.O lançamento do Placard trouxe de novo "o bichinho" e lancei-me na procura de conhecimento, na experimentação e sobretudo, na especialização. Facto que nenhuma das casas legalizadas em Portugal me poderia oferecer os preços que eu necessitava para crescer, evoluir e acima de tudo, procurar o Longo Prazo.Confesso que o último semestre de 2017 e o primeiro de 2018 revolucionaram a minha percepção sobre a indústria e transformaram, completamente o meu paradigma permitindo-me projectar com clareza aqueles que são os meus objectivos e o caminho que devo seguir para concretizar os meus sonhos nas apostas.Actualmente, considero-me especialista no mercado de golos e procuro trabalhar de forma profissional com casas de apostas profissionais. Procuro publicar regularmente as minhas análises que ultrapassam a simples sugestão de aposta porque, considero muito importante um apostador ter a capacidade de redigir os factos apurados e justificar a sua aposta, de maneira a que muitos o compreendam e não apenas o próprio. Tal, permite-me confirmar o meu prognóstico ou, em alguns casos revê-lo e alterá-lo.Não vivo exclusivamente de apostas porque ainda não realizei todos os passos que necessito, mas, não tarda.Despeço-me com um forte abraço.Hélder M Queimado

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